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Vamos conhecer algumas plantas da Mata Atlântica?

Atualizado: 18 de mai. de 2023

Entre as muitas espécies de plantas da Mata Atlântica existem várias de relevância e importância ecológica, econômica, alimentar, medicinal e cultural. Além de muitas outras com características peculiares e curiosas. Aqui conheceremos 5 espécies desta flora tão diversa e única.

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A Mata Atlântica


No dia 27 de maio se comemora o Dia da Mata Atlântica, um bioma brasileiro de grande importância nacional e mundial. Em seu território ela abriga uma das maiores biodiversidades de todo o globo! Ao mesmo tempo que fornece para mais da metade dos brasileiros serviços ecossistêmicos valiosos (como água, alimento, madeira, entre outros recursos).


Parte desta biodiversidade é devido a sua heterogeneidade fisionômica, ou seja, a Mata Atlântica apresenta vários tipos de ecossistemas em seu território. O que permitiu, ao longo de milhares e milhares de anos, uma altíssima e singular diversificação de espécies.


Esta diversificação, por sua vez, gerou uma gama de espécies tanto na fauna quanto na flora. Entre as muitas espécies de plantas da Mata Atlântica existem várias de relevante importância ecológica, econômica, alimentar, medicinal e cultural. Além de muitas outras bem peculiares e curiosas.


Algumas das plantas da Mata Atlântica


Aqui abordaremos 5 espécies de plantas nativas da Mata Atlântica e algumas de suas curiosidades.


Palmito-juçara (Euterpe edulis Mart.)


Também conhecido como: içara, palmito-doce, juçara, palmiteiro, ripeira.


O palmito-juçara é uma espécie de palmeira que já sofreu e ainda sofre bastante com o extrativismo predatório de seu palmito, pois para obtê-lo, deve-se matar a planta. Isso a levou a ser uma das várias espécies da Mata Atlântica, que se encontram ameaçadas de extinção.


Hoje o corte sem autorização é considerado crime ambiental. Entretanto, atualmente é possível fazer o uso sustentável da palmeira, através do cultivo e venda de mudas e sementes para fins ornamentais, para extração do palmito (autorizada e certificada) ou para utilização dos frutos.


Os frutos do juçara são importantes fontes de alimento para várias espécies de aves e mamíferos na Mata Atlântica, como os tucanos, capivaras, bem-te-vis, jacus, sábias, esquilos, tatus, periquitos, macacos etc. Isto demonstra sua importância ecológica para com a fauna.


Seus frutos são muito parecidos com os de seu primo amazônico, o açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.). Entretanto, a polpa do juçara apresenta valores nutricionais maiores do que a do açaí.


A polpa dos frutos do juçara pode ser comercializada de forma semelhante a polpa do açaí, dessa forma os frutos apresentam um interessante potencial econômico. Devido a este fato, projetos de incentivo à produção sustentável da palmeira vêm sendo criados pelo Brasil. Isto garante a preservação da espécie e gera uma fonte de renda aos produtores brasileiros.


O juçara é um de vários exemplos de como se explorar economicamente os recursos da Mata Atlântica de forma viável e sustentável. Para saber mais sobre o manejo sustentável dessa palmeira, veja esta cartilha elaborada pelo Ministério do Meio Ambiente.



Individuo de Euterpe edulis  com seus frutos maduros em cachos. Palmeira nativa da Mata Atlântica conhecida como palmito-juçara
Frutos maduros do juçara (Fonte: Apremavi, 2009).

Cambuci (Campomanesia phaea (O.Berg) Landrum)


Também conhecido como: cambucizeiro, ubucambuci, camuci, camoti, camocim.


Uma das frutas icônicas da flora brasileira, o cambuci é um planta endêmica da Mata Atlântica, no Sudeste brasileiro, isto é, só ocorre naturalmente nesta região e em mais nenhum lugar do mundo. Essa fruta é parente de outras como a goiaba, a pitanga, a guabiroba e a jabuticaba, mas infelizmente se encontra sob ameaçada de extinção.


É um fruto rico em vitamina C de sabor ligeiramente doce, mas extremamente ácido, como limão e possui uma forma peculiar que lembra um “disco-voador”. O nome cambuci vem do tupi-guarani e significa vaso, pote ou urna funerária dos tupis.


Os frutos amadurecem de janeiro a abril, mas sua casca fina e verde não muda de cor com a maturidade, apenas se torna um pouco mais amarelada. Sabe-se que está maduro quando fica mais macio e cai dos galhos.


O uso mais corriqueiro do cambuci é na alimentação, em que pode ser consumido fresco ou utilizado no preparo de geleias, sucos, drinks, sorvetes, licores, biscoitos e na aromatização de cachaças. Além disso, o fruto também apresenta potencial para produção de medicamentos e cosméticos, enquanto que a árvore tem potencial para ornamentação.


O cambuci, assim como o juçara, também apresenta grande importância para a fauna e interessante potencial econômico, sobretudo, para a produção sustentável e familiar.


Por essa razão, o Instituto AUÁ de Empreendedorismo Socioambiental vem incentivando e promovendo a produção do cambuci pelo estado de São Paulo através da “Rota do Cambuci”, de campanhas e festivais gastronômicos. Na capital do estado há um bairro chamado Cambuci, onde esta árvore já foi muito abundante, porém hoje, infelizmente se tornou rara no local.


Frutos maduros do cambuci (Campomanesia phaea) planta nativa da Mata Atlântica
Frutos maduros do cambuci (Fonte: Instituto AUÁ).

Papo-de-peru (Aristolochia gigantea Mart. & Zucc.)


Também conhecido como: aristolóquia, jarrinha, caçaú (ou cassaú), cipó-de-cobra, milhomens e cipó-mil-homens.


Umas das espécies mais curiosas da flora brasileira é o papo-de-peru, uma espécie de trepadeira endêmica do nosso país, ou seja, só ocorre naturalmente aqui. Plantada no Brasil e em outros países por suas curiosas flores de odor peculiar e grande tamanho. No Brasil ela também é empregada na medicina popular.


As flores (que lembram uma jarra ou cachimbo) exalam um odor bem diferente. Um cheiro que lembra matéria orgânica em decomposição que vai desde frutas podres, até carne em decomposição. Isso ocorre porque diferente de outras espécies de plantas, a papo-de-peru atrai algumas espécies de moscas, que são os seus agentes de polinização.


Além do cheiro as flores, também possuem uma cor que lembra cor de carne (tons de vermelho com manchas brancas). Estas características ajudam a “enganar” as moscas que pousam nas flores achando que encontraram um belo bife dando sopa.


Depois que a mosca entra na flor (à procura de comida), ela acaba presa em seu interior e passa a ser alimentada pela planta com néctar (líquido açucarado e nutritivo) por um ou dois dias. Enquanto isso, a mosca acaba sendo coberta por pólen e também deixando o pólen trazido de outra flor que ela visitou anteriormente.


Depois disso, a mosca é liberada e voa por aí até ser "ludibriada'' pela próxima flor e recomeçar o ciclo. Os frutos desta planta também são bem interessantes. Eles têm uma forma de cápsula e são secos, ou seja, não possuem uma polpa suculenta como goiaba, pitanga ou melancia, por exemplo.


Quando maduros, eles ficam pendurados e abertos como uma “cestinha”. As sementes são dispersas pelo ambiente através do vento, processo conhecido como anemocoria.


Estas características peculiares também podem ser observadas em outras espécies do Gênero Aristolochia, o que contribui para que estas plantas sejam procuradas para a ornamentação.


Flor de Aristolochia gigantea e fruto maduro típico do gênero Aristolochia. Planta trepadeira nativa do Brasil
Flor de Aristolochia gigantea (A) e fruto maduro típico do gênero Aristolochia (B) (Fonte: adaptado de Pixabay e Wikimedia Commons).

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Mangue-vermelho (Rhizophora mangle L.)


Também conhecido como: mangue-bravo e rizófora.


Árvore típica dos manguezais e presente em toda a costa brasileira (exceto no Rio Grande do Sul). Os manguezais são umas das fisionomias (ecossistemas) da Mata Atlântica e importantes ecótonos (áreas de transição entre ecossistemas) entre os ambientes marinho e terrestre, além de serem berçários para muitas espécies marinhas.


Resumidamente, manguezais são florestas litorâneas que sofrem inundação marinha devido às movimentações das marés. Por isso, espécies vegetais, como o mangue-vermelho, possuem uma série de adaptações para viverem neste ambiente. Sendo algumas delas:


  • O mangue-vermelho apresenta um sistema de sustentação, com raízes-escoras (rizóforos) que partem do tronco, e raízes adventícias que partem dos galhos. Isto ajuda a árvore a se manter de pé no terreno lamacento do manguezal, funcionando como apoio “extra”;


  • Os solos lamacentos dos manguezais são pouco oxigenados, o que pode levar ao sufocamento das plantas, por isso os rizóforos tem a importante função de realizar trocas gasosas, ou seja, absorver o oxigênio e liberar o gás carbônico através de estruturas chamadas lenticelas (pequenas aberturas que facilitam a passagem de ar);


  • Alta tolerância à salinidade marinha, através dos processos de exclusão de sal e acumulação de sal. No primeiro as raízes filtram a água que entra na planta deixando o sal para trás. No segundo, o excesso de sal dentro das plantas é acumulado nas folhas;


  • Diferente de muitas outras plantas, seus frutos germinam ainda presos à árvore-mãe, originando propágulos em forma de lança. Ou seja, a semente germina ainda presa à mãe até desenvolver suas raízes. Depois disso ela cai ao solo já pronta para se enraizar ou ser levada pela água até um local ideal para seu crescimento.


Uma das características marcantes do mangue-vermelho é a sua casca vermelha, devido a substâncias chamadas taninos. Por causa dessas substâncias, o mangue-vermelho foi muito explorado no passado para o curtume de couro. Os taninos também apresentam atividade antibacteriana, podendo ter aplicações médicas e veterinárias.


Uma das importantes funções ecológicas desta árvore nos manguezais é de proporcionar abrigo, alimento e suporte para várias espécies de animais (marinhos e terrestres), plantas, algas e líquens.


 Mangue-vermelho (Rhizophora mangle) espécie típica dos manguezais brasileiros.
Mangue-vermelho (Fonte: Wikimedia Commons).

Nidularium sp.


Também conhecido como: “bromélias-tanques”.


Bromélias-tanques” é um termo para se referir a várias bromélias de espécies (e gêneros) diferentes, que possuem a capacidade de “represar” a água proveniente das chuvas entre suas folhas. Dentre as várias espécies temos as do Gênero Nidularium.


Primariamente, o acúmulo de água entre as folhas é para uso da planta. Muitas espécies de bromélias são epífitas, ou seja, crescem sobre outras árvores sem nunca ter contato com o solo e não causam danos a sua árvore suporte (diferentemente das plantas parasitas).


Essa falta de contato com o solo pode ser um problema no quesito obtenção de água, e por isso as “bromélias-tanques” armazenam água, sendo essa uma estratégia de sobrevivência. Os tanques também facilitam outro quesito, a obtenção de nutrientes.


Fragmentos de matéria orgânica oriundos da planta ou de outros organismos podem cair dentro dos “tanques”, e, com passar do tempo, são decompostos por microrganismos presentes na água. Essa decomposição libera na água nutrientes que podem ser absorvidos pelas bromélias.


Os “tanques” também tem uma grande importância ecológica, pois são o abrigo de muitas espécies de microrganismos e pequenos animais (como artrópodes e sapos). Dada a disponibilidade de água e nutrientes, são formados micro ecossistemas entre as folhas das bromélias. Basicamente formam-se “micro lagos”.


Além de servirem de casa para algumas espécies, também servem de “berçário” para outras. Alguns insetos e anfíbios, por exemplo, botam seus ovos nessa água, e suas larvas (filhotes) se alimentam e se desenvolvem dentro dos “tanques” até se tornarem adultos.


O Gênero Nidularium, assim como outras bromélias, são endêmicos da Mata Atlântica e podem ser extintos caso a floresta não seja preservada, o que consequentemente, ameaçaria a existência de todas as espécies dependentes dos “tanques” destas plantas.


Além do desmatamento, outro fator que ameaça as bromélias é a coleta ilegal de seus indivíduos na natureza. Devido a sua beleza única, as bromélias são cobiçadas por colecionadores e comerciantes.


Entretanto, o comércio legal destas plantas pode ser praticado, podendo ser vendidas em vasos ou sobre suportes, sendo usadas para vários fins ornamentais. Além de epífitas, as espécies de Nidularium também podem ser rupícolas (crescem sobre rochas) ou terrícolas (crescem sobre o solo).


Individuo de "bromélia tanque" do gênero Nidularium. É possível ver a água armazenada entre as folhas.
Nidularium sp. com seu “tanque” (Fonte: Wikimedia Commons).

Como vimos, as plantas da Mata Atlântica são cheias de surpresas e curiosidades.


Aqui, apenas apresentamos uma minúscula parte da megabiodiversidade da flora atlântica, que é importante para o funcionamento do bioma ao mesmo tempo que fornece recursos naturais com aplicações: alimentares, têxtil, médicas e econômicas. Como os exemplos aqui citados do juçara, cambuci e mangue-vermelho.


Isso sem mencionar a grandiosa biodiversidade de animais e microrganismos presentes nesse bioma. O que nos leva a refletir acerca do potencial e impacto que a Mata Atlântica tem sobre nossa sociedade.


Como exemplo podemos citar Piper umbellatum L. (popularmente chamada capeba). Uma planta nativa da Mata Atlântica, a partir da qual foi descoberta uma molécula chamada 4-nerolidilcatecol (4-NC), que tem a capacidade de induzir a morte de células de melanoma (um tipo de câncer de pele). E há indícios que tal molécula também possa prevenir a proliferação do melanoma.


Logo, para que as futuras e atuais gerações possam aproveitar essa diversidade e seus recursos naturais e econômicos, devemos proteger, conservar e explorar de maneira sustentável esse bioma..


Saiba mais sobre a Mata Atlântica e suas plantas em:



Verde na sala de aula


Para auxiliar você, professor, a planejar sua aula, damos exemplos de habilidades que podem ser desenvolvidas com seus alunos baseadas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), a partir do uso deste texto como material de apoio.

Com os objetivos de promover o conhecimento acerca do funcionamento e diversidade de ecossistemas, biodiversidade vegetal, relação das plantas com o ambiente, educação ambiental e preservação da biodiversidade, nós indicamos algumas das seguintes habilidades:

Ensino fundamental:

(EF07CI07) “Caracterizar os principais ecossistemas brasileiros quanto à paisagem, à quantidade de água, ao tipo de solo, à disponibilidade de luz solar, à temperatura etc., correlacionando essas características à flora e fauna específicas”.

(EF09CI12) “Justificar a importância das unidades de conservação para a preservação da biodiversidade e do patrimônio nacional, considerando os diferentes tipos de unidades (parques, reservas e florestas nacionais), as populações humanas e as atividades a eles relacionados”.

Ensino médio:

(EM13CNT206) “Discutir a importância da preservação e conservação da biodiversidade, considerando parâmetros qualitativos e quantitativos, e avaliar os efeitos da ação humana e das políticas ambientais para a garantia da sustentabilidade do planeta”.

Deixamos alguns exemplos de recursos didáticos que usam diversidade vegetal da Mata Atlântica como tema e que se correlacionam com os objetivos acima citados.


O Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo elaborou uma sequência didática sobre Mata Atlântica que pode ser acessada aqui.

O Jardim Botânico de São Paulo disponibiliza um passeio virtual pelo Jardim.

Você tem mais exemplos e sugestões de como abordar e trabalhar a Botânica em sala de aula? Então deixe aqui embaixo nos comentários!


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Escrito por: Nicolas Nathan dos Santos

Revisado por: Mateus Bispo

Como citar este texto:


SANTOS, N. N.; BISPO, M. R. B. Vamos conhecer algumas plantas da Mata Atlântica?. Potencial Biótico. Disponível em: <https://www.potencialbiotico.com/post/plantasdamataatlantica>. Acesso em:


Referências bibliográficas:


AMORIM, Kamyla S.P. Cultivo ex situ de propágulos de Rhizophora mangle L. em diferentes concentrações salinas. 2015. Dissertação (Mestrado em Biodiversidade Tropical) – Universidade Federal do Espírito Santo, São Mateus, 2015.

BROHEM, Carla A. et al. Proteasome inhibition and ROS generation by 4‐nerolidylcatechol induces melanoma cell death. Pigment cell & melanoma research, 2012, 25, 3, 354-369.


COSTA, Elenice. L.; HIME, Noêmia C. Biologia floral de Aristolochia gigantea Mart & Zucc (Aristolochiaceae). Rodriguésia, 1981, 33, 56, 23-32.


DE SOUSA, Juliana H. Ecologia e Biologia da Polinização de Aristolochia gigantea (Aristolochiaceae) Mart. e Zucc. 2011. Dissertação (Mestrado em Ecologia e Biomonitoramento) – Instituto de Biologia, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2011.


DEL REY, Barbara G. et al. Comparação dos índices de importância entre espécies de dois manguezais do litoral de São Paulo. Unisanta BioScience, 2015, 4, 1, 10-15.


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FREITAS, Joelcio; ALVES-ARAÚJO, Anderson. Flora do Espírito Santo: Aristolochiaceae. Rodriguésia, 2017, 68, 5, 1505-1539. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/2175-7860201768501>. Acesso em: 25 de maio de 2021.


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KINUPP, Valdely; LORENZI, Harri. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil: guia de identificação, aspectos nutricionais e receitas ilustradas. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2014.


PEREIRA, Tháles A. De microcosmos aquáticos a promotoras de heterogeneidade: bromélias-tanque epífitas promovem diversidade ambiental e biológica em uma floresta tropical. 2019. Dissertação (Mestrado em Ecologia) - Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2019.


SCARANO, Fabio R. Mata Atlântica: Uma história do futuro. Rio de Janeiro: Edições de Janeiro, 2014.


TARDIVO, Rosângela C.; CERVI, Armando. C. O gênero Nidularium Lem.(Bromeliaceae) no Estado do Paraná. Acta Botanica Brasilica, 1997, 11, 2, 237-258.


 

Nicolas Nathan dos Santos

Revisor

Biólogo Mestre em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente e Especialista em Arborização Urbana. E ávido espectador da magia do mundo (real e imaginário).




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